Reportagem do SINPOL/SE aborda os impactos da rotina policial e destaca a importância da prevenção e do acompanhamento da saúde mental
Pressão, plantões, jornadas exaustivas e exposição frequente a situações de perigo fazem parte da rotina dos profissionais da segurança pública. A combinação desses fatores pode provocar impactos na saúde física e mental dos policiais e reforça a importância de ações de prevenção e acompanhamento.
O tema é abordado em reportagem especial produzida pelo SINPOL/SE, que apresenta relatos sobre os desafios enfrentados pelos oficiais investigadores e o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Atendimento Biopsicossocial (NAPS) da Polícia Civil de Sergipe.
Dados apresentados na reportagem também chamam atenção para os casos de suicídio entre profissionais da segurança pública e para a necessidade de ampliar a discussão sobre saúde mental dentro das instituições policiais.
Com atividades iniciadas em 2023, o NAPS oferece atendimento multidisciplinar aos oficiais investigadores ativos e aposentados, atuando na promoção, prevenção e proteção da saúde. O acompanhamento considera aspectos físicos, psicológicos e sociais dos servidores.
Entre os desafios apontados está a necessidade de uma estrutura física mais adequada para o núcleo. A ampliação do espaço pode proporcionar melhores condições de privacidade, conforto e confidencialidade aos profissionais que procuram atendimento.
A reportagem reforça ainda a importância de romper o estigma em torno da busca por apoio psicológico. Reconhecer sinais de sofrimento e procurar ajuda profissional são medidas importantes de cuidado e prevenção.
O SINPOL/SE reforça que os oficiais investigadores que estiverem enfrentando dificuldades não precisam lidar com elas sozinhos. Buscar o NAPS, profissionais especializados ou uma rede de apoio pode ser um passo importante.
🤝Cuidar de quem cuida também é fortalecer a segurança pública.