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O Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol/SE), representado por seu presidente Jean Rezende, que também preside a Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Nordeste (Feipol/NE), participou nesta quarta-feira (03), de uma audiência no Ministério dos Direitos Humanos, em Brasília.

O encontro contou ainda com a presença da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), representada por seu presidente, Giancarlo Miranda.

A comitiva, formada por membros das três entidades, apresentou ao ministério um quadro de perseguição a dirigentes sindicais no estado de Sergipe, além de outras situações registradas em diferentes estados do Nordeste. A pauta também incluiu pontos de relevância nacional, reforçando a gravidade das denúncias.

Entre os casos destacados, ganhou ênfase a demissão de um oficial investigador ocorrida em Sergipe no último dia 17 de agosto. O policial, que já ocupou a presidência do Sinpol/SE, foi desligado em um episódio considerado emblemático do ambiente de intimidação contra lideranças sindicais.

Jean Rezende destacou que a missão das entidades é proteger os policiais civis, os dirigentes sindicais e as prerrogativas das instituições representativas, “para que não se repitam retrocessos históricos em que lideranças foram perseguidas apenas por defender os trabalhadores brasileiros”, pontuou.

Durante a reunião, o Sinpol/SE, a Feipol/NE e a Cobrapol entregaram um dossiê em papel timbrado, requerendo ao Ministério dos Direitos Humanos providências concretas para garantir a liberdade sindical, não apenas em Sergipe, mas em toda a região Nordeste e no território nacional.

O movimento reforça o compromisso das entidades em defesa dos direitos constitucionais, da autonomia sindical e da valorização dos policiais civis em todas as esferas.